Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99

“Sexo ainda é tabu”, afirma Deborah Secco

A atriz de 40 anos, que provocou furor ao falar da intensidade da vida sexual com o marido, diz que se reinventou nesse campo após a maternidade

Por Sofia Cerqueira 24 jul 2020, 06h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 13h46
  • Sua declaração de que transava mais de dez vezes por dia com seu marido, o ator Hugo Moura, teve alta repercussão. Ficou surpresa? Foi uma afirmação tão banal, comum. Acho louco que em 2020 ainda seja um tabu você falar que faz sexo com seu marido, o pai da sua filha. Real­men­te, não entendo.

    A frase foi dita em entrevista a Sabrina Sato, que já afirmou ter perdido o apetite sexual após a maternidade. Houve constrangimento? De jeito nenhum. Eu, com o fim do resguardo, estava louca para voltar à ativa, mas a rotina é exaustiva. E a vida sexual não fica igual. Mas com o tempo a gente se reinventa, e a coisa volta ao normal.

    Acha que as pessoas não dizem a verdade ao falar de sexo? Não é só com o sexo, mas com tudo. Há julgamento, patrulha da vida alheia e a cobrança para ser o que esperam de você. As mães transam ou será que ainda é a cegonha? Não existe vida sem sexo.

    Dá para manter o romantismo na quarentena, em tempo de pandemia? Claro, embora não seja fácil. Às vezes a Maria Flor (de 4 anos) vai dormir, e a gente prepara um jantar romântico. Todo mundo precisa disso.

    Você já fez três lipos e pôs silicone nos seios. Planeja outras intervenções? Minha genética ajuda, mas não digo que não farei mais plásticas. Isso mesmo tendo me arrependido de ter posto um peito grande. Só não tive coragem de tirar.

    Continua após a publicidade

    Com 32 anos de carreira, vida agitada de artista, teve dificuldade de ficar reclusa? Produzi de forma diferente. Voltei a escrever uma peça meio autobiográfica, a ler roteiros de cinema e criei uma atração infantil que vou tocar com a Maria Flor, não sei se na Globo ou na internet. Gravei também um programa para o YouTube do GNT sobre liberdade sexual.

    Neste período, cedeu seu Instagram a artistas negras. Você se define feminista? Sim, ainda mais agora, que virei mãe. Como todas as mulheres, fui subjugada e sofri abusos machistas. Quero que minha filha se ponha em primeiro lugar, que seja o que quiser ser e que saiba que seus desejos são legítimos e que nada é feio ou errado.

    Publicado em VEJA de 29 de julho de 2020, edição nº 2697

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.