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Youtuber explica por que não fez campanha do novo Ensino Médio

Em sua conta no Twitter, Felipe Neto afirmou que foi procurado pelo MEC para defender a reforma em seu canal, mas recusou por não fazer publicidade 'velada'

Por Redação Atualizado em 4 jun 2024, 19h34 - Publicado em 21 fev 2017, 18h06

O youtuber Felipe Neto afirmou, na última sexta-feira, que o seu canal foi um dos procurados pelo Ministério da Educação (MEC) para fazer campanha publicitária da reforma no ensino médio. Em sua conta no Twitter, ele conta que recusou o convite por não fazer mais ações de publicidade “velada”, em que tenta fingir que algo “não era pago”. Nos tuítes, Felipe Neto também disse que acredita que seus colegas precisam “agir dessa forma, por respeito ao público e para seguir as normas da publicidade”. Além disso, afirmou que não concorda com as mudanças propostas pelo governo.

O jovem, que conta com quase 9 milhões de seguidores em seu canal, publicou as declarações no mesmo dia em que o valor pago aos youtubers foi divulgado:

 

https://twitter.com/felipeneto/status/832636498927251456

https://twitter.com/felipeneto/status/832636620859793409

https://twitter.com/felipeneto/status/832636826036822019

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https://twitter.com/felipeneto/status/832636959025676288

https://twitter.com/felipeneto/status/832637296272879617

https://twitter.com/felipeneto/status/832637557955375104

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https://twitter.com/felipeneto/status/832638004745351168

O governo federal pagou 295.000 reais para que seis canais do youtube fizessem a campanha sobre o Novo Ensino Médio, sancionado pelo presidente Michel Temer. A intenção do MEC é explicar as mudanças apresentadas e rebater as principais críticas. A reforma propõe a separação dos alunos conforme a ênfase escolhida. Assim, os formandos se especializarão em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou formação técnica. Parte da formação (40%) será reservada para a área escolhida e o restante do tempo, para a formação comum, definida pela Base Nacional Comum Curricular.

De acordo com a reportagem, os canais escolhidos para a ação publicitária foram “Você Sabia?”, que recebeu 65.000 reais, “Pyong Lee”, “Rafael Moreira”, “Malena”, “T3ddy” e “Rato Borrachudo”. O MEC informou que a contratação foi feita por meio da agência Digital Stars, que trabalha com youtubers. No vídeo do “Você Sabia?”, há apenas uma notificação no rodapé de que ele “contém promoção paga” e a hashtag #publi no fim de sua descrição. Lukas Marques e Daniel Miolo, donos do canal, não informam em nenhum momento do vídeo que receberam verbas públicas para produzi-lo.

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Lukas Marques

Um dos youtubers do canal “Você Sabia?”, que participou da propaganda do governo, publicou, entre 2011 e 2014, tuítes ofendendo negros, gays e nordestinos. Os posts foram revelados pelo Sensacionalista, site de humor que também publica textos em VEJA e VEJA.com. As publicações de Lukas divulgadas pelo blog podem ser vistas aquiLogo após a publicação do Sensacionalista, Lukas retirou alguns dos posts e publicou dois tuítes em que se desculpa: “Não é como eu penso e me arrependo de ter postado. Nunca Tive a intenção de ofender ninguém”, escreveu.

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