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Fã de Taylor Swift morre após passar mal em show no Rio

Em meio à sensação térmica de 60ºC no Rio, Ana Clara Benevides, 23 anos, teve uma parada cardiorrespiratória

Por Da Redação
Atualizado em 18 nov 2023, 09h36 - Publicado em 18 nov 2023, 09h04

Fã da cantora Taylor Swift, Ana Clara Benevides, de 23 anos, morreu nesta sexta-feira, 17, após passar mal durante um show da artista no Rio de Janeiro. Natural de Mato Grosso do Sul, Ana desmaiou em um local próximo da grade de contenção, foi atendida ainda no local, mas teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

“Não acredito que estou escrevendo essas palavras, mas é com o coração partido que digo que perdemos uma fã no começo desta noite”, lamentou a estrela em suas redes sociais. “Sinto muitíssimo pela perda, e meu coração partido está ao lado da família e dos amigos. Esta é a última coisa que eu pensei que aconteceria quando decidi trazer esse show ao Brasil”.

A turnê do The Eras Tour ocorre em meio a sensações térmicas que chegaram à casa dos 60ºC no Rio. O Corpo de Bombeiros contabilizou que pelo menos 1.000 pessoas desmaiaram no estádio Nilton Santos durante a apresentação da cantora, a primeira de uma série de seis da turnê no país. Taylor se apresentará outras duas vezes no Rio e nos dias 24 e 26 de novembro em São Paulo.

Em nota, a empresa de entretenimento T4Fun lamentou o ocorrido e disse que a jovem recebeu os primeiros socorros ainda durante o show. “Na noite de ontem, Ana Clara se sentiu mal e foi prontamente atendida pela equipe de brigadistas e paramédicos, sendo encaminhada ao posto médico do Estádio Nilton Santos para o protocolo de primeiros socorros. Diante do quadro, a equipe médica optou pela transferência ao Hospital Salgado Filho, onde, após quase uma hora de atendimento emergencial, infelizmente veio a óbito”, afirmou.

Na manhã deste sábado, o ministro da Justiça Flávio Dino declarou em uma rede social que a Secretaria do Consumidor, vinculada à pasta, vai apurar denúncias de falta de água ao público durante shows e anunciar normas emergenciais e notificações a empresas responsáveis por espetáculos. “É inaceitável que pessoas sofram, desmaiem e até morram por falta de acesso à água”, disse.

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