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Eurovision: como a guerra em Gaza desafinou o principal festival de música europeu

Nações participantes anunciaram boicote ao evento caso Israel esteja presente no festival do próximo ano

Por Beatriz Haddad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 dez 2025, 18h16 •
  • Nesta quinta-feira, 04, o Festival Eurovision irá determinar se Israel deve ser impedido ou não de participar da competição musical no próximo ano. Recentemente, alguns países ameaçarem se retirar do evento devido à guerra travada em Gaza.

    Espanha, Irlanda, Países Baixos e Eslovênia concordaram em boicotar o festival caso Israel esteja presente. A questão tem sido alvo de debates nas redes sociais e já dividiu grande parte do público da competição, que atrai milhões de telespectadores ao redor do mundo.

    As emissoras críticas acusaram Israel de desrespeitar as regras que protegem a neutralidade oficial do concurso e elenca o número de mortes em Gaza como um dos motivos para o boicote. Na contramão das outras nações, a Alemanha, que é uma das principais apoiadoras do Eurovision, afirmou que não irá participar do festival se Israel for barrado. Autoridades israelenses não responderam às acusações, mas argumentam que o país enfrenta uma campanha global de difamação.

    A reunião de hoje discutirá novas regras voltadas à limitação da promoção excessiva de canções por parte de governos e terceiros para influenciar eleitores, após alegações de que Israel teria impulsionado injustamente seu concorrente em 2025. Caso os membros não cheguem a um acordo sobre as medidas a serem adotadas, a participação de Israel será vetada.

    A emissora holandesa Avrotros mencionou a “grave violação da liberdade de imprensa” em Gaza como razão para se opor à presença israelense no evento. Já na Islândia, a RUV afirmou que irá fazer pressão pela expulsão do país antes de decidir a respeito da própria participação. Na Espanha, a emissora pública RTVE reiterou que boicotará o Eurovision se a nação for mantida. O presidente da rádio, José Pablo López, foi um dos que declararam que o regime israelense fez uso político do concurso e “tentou influenciar o resultado sem ser punido por essa conduta”.

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    O Festival Eurovision nasceu em 1956 e, de acordo com a União Europeia de Radiodifusão (EBU), possui um alcance de mais de 160 milhões de telespectadores, número superior aos registros do Super Bowl nos EUA. Os participantes são baseados na adesão à EBU e não se limitam à Europa.

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