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A enxurrada de críticas ao episódio em que Will se assume gay em ‘Stranger Things’

Capítulo da temporada final tem a pior avaliação de toda a série no IMDb

Por Amanda Capuano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 dez 2025, 12h24 •
  • Ao longos dos quase 10 anos em que esteve no ar na Netflix, Stranger Things sempre foi cercada de especulações sobre a sexualidade de Will Byers, interpretado por Noah Scnapp. Agora, no volume dois da quinta e última temporada, o garoto que foi levado para o mundo invertido no início da trama, desencadeado toda a história da série, abriu o coração e se assumiu gay — mas o episódio não foi bem recebido pelo público, e detém a pior avaliação de toda a série no IMDb.

    Intitulado A Ponte, o penúltimo capítulo da trama apresenta um monólogo de Will se assumindo para amigos e familiares, e sendo abraçado por eles depois de confessar que “não gosta de meninas”. No IMDb, um dos principais termômetros de recepção, o episódio registra até o momento uma nota de 5,4, e é o único de toda a temporada com nota abaixo de 7,9. No contexto geral, é também o pior avaliado de toda a série, seguido do sétimo capítulo da segunda temporada, que alcançou um 6 do público.

    Embora a quinta temporada tenha sido bastante criticada pelo excesso de histórias, muita enrolação e pouco desenvolvimento, a cena em que Will se assume parece ter incomodado especialmente o público conservador, desencadeando uma onda de críticas que foge da normalidade — até o momento, o capítulo tem 110 000 avaliações no site, enquanto os demais costumam ficar na casa dos 50 000, indicando um movimento fora do comum.

    A prática de avaliações negativas em massa como forma de boicote velado não é uma novidade na indústria. Nos últimos anos, atores de grandes franquias, incluindo títulos como Star Wars, O Senhor dos Anéis e Bridgerton lidam com ondas de críticas desencadeadas por racismo, machismo e homofobia nas redes sociais. Os estúdios de Hollywood chegaram a lançar testes especializados e começaram a treinar seus atores para se anteciparem a esse problema.

    No caso de Stranger Things, parte do público acusou a Netflix nas redes sociais de supostamente “forçar a agenda gay” na trama. “Um garoto de 16 anos não consegue matar um demônio de magia negra a não ser que saísse do armário. Horrível e forçado”, comentou um usuário. Até mesmo Elon Musk entrou na polêmica, alegando que a cena é “completamente desnecessária” e teria sido empurrada à força para um público que “só quer aproveitar uma ficção científica básica”. Ainda assim, parte dos espectadores esclareceram que não tem problemas com a sexualidade de Will — que foi tratada nas entrelinhas desde o início da trama — destacando incômodo com o roteiro para a má avaliação.

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