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PM resgata menina de 3 anos vagando sozinha de madrugada na Grande SP

Garota chorava e chamava pela mãe quando foi encontrada por um eletricista, que chamou a polícia

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 ago 2025, 14h47 • Atualizado em 6 ago 2025, 09h24
  • O caso foi em Santo André, cidade da Grande São Paulo. Na madrugada do domingo, 3, uma menina de 3 anos, usando apenas fralda, saiu sozinha pelas ruas de um modesto bairro residencial. Câmeras de segurança da região registraram a garotinha na noite fria, sem agasalho ou sapatos, andando de forma desorientada. Apesar de a rua estar vazia, um eletricista que trabalhava na manutenção da rede estranhou a cena e chamou a Polícia Militar.

    Os policiais resgataram a criança e conseguiram localizar a mãe, uma jovem de 19 anos que estava em um baile funk da região.  Ela deixou a menina sozinha, dormindo em casa, e saiu. A menina acordou e como não achou a mãe, ficou assustada e abriu o portão da casa, que não estava trancado, para procurar a mãe.

    A menininha foi enviada ao conselho tutelar. A mãe deu depoimento na delegacia e disse que não era a primeira vez que deixava a filha sozinha em casa, mas por falta de opção e apoio da família. A jovem foi presa e pode pegar de seis meses a três anos de detenção por abandono de incapaz, pena prevista no Código Criminal. De acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente, sempre que os direitos dos menores são ameaçados por omissão, falta ou abuso dos pais e responsáveis, é possível acionar medidas de proteção, entre elas, o encaminhamento da criança ao conselho tutelar. Foi o que aconteceu com a menininha. Casos de negligência pelos responsáveis são comuns. No ano passado, os casos de abandono de menor aumentaram 9,4% em relação a 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O processo corre em segredo de Justiça, mas casos como esse não são incomuns. No Brasil, 1 em cada 23 adolescentes tem filho antes dos 18 anos, uma fase em que os adolescentes ainda não possuem maturidade para encarar às responsabilidades inerentes a maternidade.

    Leia:

    +https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/brasil-investe-no-orcamento-menos-de-r-500-mes-por-crianca-e-adolescente/

    +https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/acolhimento-familiar-deve-ser-ampliado-mas-ainda-e-desconhecido/

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