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“Condição muito ruim”: o alerta de diretora do Louvre sobre o estado do museu francês

Em memorando vazado pela imprensa local, diretora da instituição diz que fluxo intenso de turistas e falta de reforma podem prejudicar a preservação das obras

Por André Sollitto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 jan 2025, 12h20 • Atualizado em 24 jan 2025, 12h33
  • Conhecido por abrigar algumas das principais obras de arte do mundo, da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci (1452-1519), à Vênus de Milo, o Louvre, em Paris, na França, estaria em “condição muito ruim”, segundo um memorando escrito por Laurence des Cars, diretora do Louvre, à Rachida Dati, ministra da Cultura da França.

    No documento, divulgado pela imprensa local na quinta-feira, 23, des Cars afirma que “Visitar o Louvre é uma provação física; o acesso às obras de arte leva tempo e nem sempre é fácil”. “Os visitantes não têm espaço para fazer uma pausa. As opções de comida e instalações sanitárias são insuficientes em volume, ficando abaixo dos padrões internacionais. A sinalização precisa ser completamente redesenhada”, continua ela.

    Algumas galerias, segundo a diretora, teriam vazamentos de água e estariam em condições precárias. A variação brusca de temperatura também seria um fator de perigo para a manutenção das obras de arte dentro do museu.

    O enorme fluxo de turistas ajuda a explicar a situação do Louvre. Projetado para receber cerca de 4 milhões de turistas anualmente, a instituição tem recebido mais do que o dobro: mais de 8,7 milhões de pessoas, cerca de 70% delas de fora da França, passam pelo museu todos os anos.

    O memorando reconhece as limitações de orçamento do governo francês, mas reforça que a instituição está chegando a um ponto de saturação e precisa de uma reforma urgente – algo que será custoso e complicado, mas precisa ser feito. Laurence des Cars tornou-se diretora do Louvre em 2021 e desde então tem imposto algumas restrições ao número de visitantes e aos horários de funcionamento da instituição.

    O Louvre não é o único destino turístico na Europa que tem sofrido com o fluxo intenso de visitantes de outros países. Diversas cidades europeias estão criando restrições e limites para impedir danos irreversíveis a obras e pontos de interesse.

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