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Alimentação saudável ainda é luxo para bilhões, alerta ONU

Estudo expõe barreiras ao acesso à alimentação saudável no mundo

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 nov 2024, 14h03 • Atualizado em 18 nov 2024, 14h13
  • Um novo relatório da FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, revela que em 2022, 35,4% da população mundial (cerca de 2,8 bilhões de pessoas) não teve acesso a uma alimentação saudável. A situação é ainda mais preocupante em países de baixa renda, onde os níveis de insegurança alimentar são os mais altos desde 2017. Por outro lado, nos países de médio e alto poder econômico, houve uma redução no número de pessoas incapazes de pagar por alimentos saudáveis, voltando a níveis pré-pandemia.

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    A África lidera como a região mais impactada, com 64,8% de sua população sem acesso a alimentos nutritivos, seguida pela Ásia (35,1%) e América Latina e Caribe (27,7%). Na América do Norte e Europa, a taxa é significativamente menor, atingindo apenas 4,8%. Esse cenário destaca as desigualdades globais no acesso a uma alimentação de qualidade, enquanto alimentos ultraprocessados continuam sendo uma opção barata e amplamente disponível.

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    Além do impacto nutricional, a FAO aponta um custo oculto associado aos maus hábitos alimentares, estimado em 8,1 trilhões de dólares anuais. Esses custos incluem perdas de produtividade e gastos com doenças relacionadas à má alimentação, como diabetes, câncer e problemas cardiovasculares.

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