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A dura crítica de Luma de Oliveira a um incômodo no Carnaval do Rio

Ex-modelo desfilou em escolas de samba ao longo de duas décadas

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 fev 2025, 19h00 •
  • Eterna rainha de bateria do Carnaval carioca, Luma de Oliveira, 60 anos, atualmente, acompanha com a plateia as escolas de samba que passam na Avenida. Com a experiência de mais de duas décadas desfilando na Marquês de Sapucaí, a ex-modelo teceu algumas críticas aos camarotes. Em uma imagem publicada no Instagram, ela mostrou um tapume colocado pelo camarote para dividir o seu “lounge” da frisa. “Vejo que cada vez mais estão dividindo as pessoas como se os ocupantes das frisas fossem invadir o espaço ao lado. Os organizadores dos camarotes ainda não entenderam que quem comprou frisa e está assistindo quase dentro das escolas, está ali por algo imensamente maior do que incomodar seus convidados. Eu, particularmente, não acho constrangedor porque faço amizade com todos do ‘lounge’ em questão de minutos, mas penso na intimidação que essa barreira pode causar às outras pessoas que estão nas frisas, que meio que são vistas como uma ameaça. Se tiver que ter muro, que seja para impedir a entrada de pessoas descredenciadas na pista”, opinou a ex-mulher de Eike Batista.

    Luma destacou ainda que o número de frisas vem reduzindo devido ao aumento dos camarotes, que, segundo ela, se estendem até a passarela. “Acho até que em pouco tempo elas desaparecerão, o que será lamentável. Eu já assisti aos desfiles na arquibancada e de um tempo para cá vou um pouco nos camarotes que sou convidada. Em alguns, sou chamada para ser madrinha, agradeço mas não quero função em uma hora que espero o ano todo para ver meus amigos se apresentando, então compro frisa para levar meus outros amigos e passo a maior parte do tempo ali”, desabafou a artista, que conclui a publicação ressaltando a importância da festa. “Lembrando sempre que os verdadeiros artistas desse espetáculo estão desfilando nas suas escolas”.

     

    Luma de Oliveira no carnaval de 1998, usa coleira com o nome de seu então marido Eike Batista
    Luma de Oliveira no carnaval de 1998, usa coleira com o nome de seu então marido Eike Batista (Paulo Jares/VEJA)

     

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