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Dica nº 1 na Rússia: não pegue táxi

Quem quiser torcer in loco pela seleção brasileira deve aproveitar o transporte público – ou o Uber

Por Luiz Felipe Castro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 1 mar 2018, 15h13 - Publicado em 30 nov 2017, 17h47

Moscou – A Rússia recebe cerca de 30.000 turistas brasileiros por ano – segundo a Embaixada brasileira em Moscou–, mais de dez vezes menos do que Paris, por exemplo. O número certamente vai aumentar entre junho e julho de 2018, durante a Copa do Mundo. E quem planeja torcer pela seleção brasileira in loco prepare-se: os perrengues serão inevitáveis.

Em meus primeiros dias, o maior pesadelo tem sido o frio. A sensação térmica nesta quinta-feira chegou a -10º C e o mais incômodo é a impressão de estar passeando por uma geladeira (nas ruas), e em um forno (nos locais fechados). O tira e põe de luvas e gorros é realmente irritante. Mas durante a Copa não haverá esse problema, já que será no verão, com temperaturas em torno de 20 graus.

A maior dificuldade será mesmo a comunicação. O idioma russo e o alfabeto cirílico são incompreensíveis para alguém que não passe meses estudando e apenas as placas em locais muito turísticos apresentam versões em inglês e no alfabeto latino. O idioma de Shakespeare, por sinal, não se espalhou por Moscou mesmo em semana de evento Fifa. Poucas pessoas nas ruas falam inglês – e também não demonstram muito entusiasmo para ajudar.

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Nada porém pode ser mais desagradável do que pegar um táxi. Do aeroporto internacional de Sheremetievo até o centro de Moscou, uma corrida “normal” custaria cerca de 1.000 rublos (55 reais). No entanto, na saída do local, haverá dezenas de pessoas tentando  vender uma corrida por até 8.000 rublos (quase 440 reais). E em russo. Neste caso, melhor confiar nas empresas que oferecem o serviço ainda dentro do aeroporto. Ou no bom e velho Uber. Mas, cuidado, o motorista pode não falar inglês e ter dificuldades para encontrar seu terminal.

Por aqui, não existe taxímetro e os preços combinados geralmente são abusivos – presenciei um 16 vezes mais caro que o do Uber. Neste caso, o transporte público é a melhor opção, sobretudo as espetaculares linhas de metrô, construídas na década de 30 sob ordens de Stalin. As quase 200 estações divididas em 12 linhas são conhecidas por “Palácio Subterrâneo” e, de fato, muitas delas se assemelham a museus, repletas de bronze, mármore e ouro. O idioma cirílico novamente será um problema, mas se perder numa estação não será de todo o ruim.

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