Viagem perdida
O pedido de mudança na distribuição de vagas – que não é alterada desde 1994 – partiu da Assembleia Legislativa do Amazonas. Empenhados, parlamentares do estado irão logo mais, às 18h30, ao presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, para lutar pela aprovação da mudança das cadeiras. Junto com eles, estarão também representantes da Bahia e […]
O pedido de mudança na distribuição de vagas – que não é alterada desde 1994 – partiu da Assembleia Legislativa do Amazonas. Empenhados, parlamentares do estado irão logo mais, às 18h30, ao presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, para lutar pela aprovação da mudança das cadeiras. Junto com eles, estarão também representantes da Bahia e do Pará. Organizador do encontro, o senador amazonense João Pedro (PT) vai direto ao ponto:
– Vamos levar ao presidente um direito que é nosso. A representação não condiz com a lei em vigor.
A Constituição determina que o número de deputados de cada estado seja proporcional à sua população. Como o crescimento populacional ocorre de forma desigual entre os estados, hoje o Amazonas e a Bahia deveriam ter, cada um, uma vaga a mais para deputado federal. O primeiro ficaria com nove representantes e o segundo, com 40. O Pará seria o maior beneficiário, saltaria dos atuais 17 deputados para 20.
Grandes bancadas como Minas Gerais e Rio de Janeiro, por sua vez, perderiam duas cadeiras para deputado federal. São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, permanecia com os 70 deputados atuais.







