STF, um tribunal imprevisível até quando tira folga
Recessos da Corte são marcados por decisões que mexem com a opinião pública nacional
Em dezembro passado, no último dia de trabalho do Supremo antes do fim do ano, o ministro Marco Aurélio Mello determinou a soltura de todos os presos detidos por condenações em segunda instância. A confusão logo foi desfeita, mas o episódio serviu para mostrar como são emocionantes os períodos de recesso no STF.
No descanso atual, foi a vez de Dias Toffoli suspender temporariamente todas as investigações em curso no país que tenham como base dados sigilosos compartilhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e pela Receita Federal sem autorização prévia da Justiça. Um estrago que ainda está sendo inventariado pelas autoridades.





