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Por Robson Bonin
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Rui Costa diz que Bolsonaro confessou crime em ato na Paulista

O ministro da Casa Civil do governo Lula disse ainda que público no ato foi "muito aquém" do que os organizadores estavam divulgando

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 fev 2024, 15h52

Questionado nesta segunda-feira sobre a manifestação do ex-presidente Jair Bolsonaro na avenida Paulista, no domingo, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse ter ficado surpreso com o ato apenas pela “confissão dos crimes praticados” em praça pública.

O petista disse ainda que o público — estimado em até 750 mil pessoas pela PM de São Paulo e cerca de 185 mil por pesquisadores da USP — foi “muito aquém” do que os próprios organizadores estavam divulgando que teria de presença — 700 mil manifestantes, segundo anunciou na semana passada o porta-voz informal do ex-presidente, Fabio Wajngarten.

“A surpresa se refere apenas ao conteúdo da confissão dos crimes praticados, é o que todos, não só nós, eu acho que que o Brasil inteiro ficou surpreso. Talvez seja a primeira vez na história que pessoas que cometeram atos criminosos chamam um evento em praça pública e na praça pública e defronte à multidão confessam o crime e vão além disso, pedem perdão, pedem anistia pelos crimes cometidos. É algo talvez para ficar registrado, inusitado, na história do Brasil”, declarou Costa. “É um negócio estarrecedor”, complementou.

Sobre a quantidade de pessoas, que ocuparam alguns quarteirões da avenida Paulista, Costa afirmou que, “diante do que eles tinham divulgado e diante eventualmente da força que tiveram no passado não tem nenhuma surpresa”.

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“Todos conhecem e sabem que o país ainda se encontra com um grau de polarização grande e de pregação do ódio. E, eventualmente, onde setores religiosos mobilizados por seus líderes religiosos para pedir cobertura ou anistia para crimes cometidos”, acrescentou o chefe da Casa Civil do governo Lula.

Ainda segundo Rui Costa, o governo não vai “resolver” o nível de radicalização e de ódio alcançado no país em poucos meses. “Isso é um processo de decantação e de busca pela racionalidade e pela volta à paz no país. Isso é um processo lento, isso não é rápido, isso está acontecendo lentamente”, concluiu.

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