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Propaganda controlada

A Anvisa já tem concluída boa parte das propostas que estarão contidas nos dois projetos de lei que enviará ao Congresso para apertar o cerco às propagandas de medicamentos e alimentos (Leia mais em: Endurecendo as regras). Um dos alvos serão as frases, ditas em velocidade de narrador de turfe, ao final dos anúncios de […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jun 2013, 16h23 • Atualizado em 31 jul 2020, 06h00
  • Regulamentação à vista

    A Anvisa já tem concluída boa parte das propostas que estarão contidas nos dois projetos de lei que enviará ao Congresso para apertar o cerco às propagandas de medicamentos e alimentos (Leia mais em: Endurecendo as regras).

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    Um dos alvos serão as frases, ditas em velocidade de narrador de turfe, ao final dos anúncios de remédios. As clássicas: “Se persistirem os sintomas, o médicos deverá ser consultado” e “Este medicamento não deve ser usado em casos de suspeita de dengue”.

    Dirceu Barbano, presidente da Anvisa, não se opõe à publicidade de medicamentos, mas quer criar meios para o consumidor ter acesso a todos riscos presentes em cada comprimido. E, obviamente, as pseudo-prevenções, como são feitas hoje, não surtem efeito.

    Outro incômodo na agência está nos chamados nomes comerciais de remédios. A criatividade publicitária, na avaliação dos técnicos da Anvisa, induz o consumidor a ir direto num produto que, em muitos casos, não é o mais indicado para ele. Ou seja, títulos engraçadinhos como Elleva – um concorrente do Viagra – são considerados inadequados, para dizer o mínimo

    A Anvisa enxerga problemas em medicamentos de um mesmo fabricante que levam títulos quase iguais, embora contenham substâncias diferentes. Há remédios com versões A, B, P, D e etc.

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