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Por Robson Bonin
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O novo tiro de Paulo Guedes no teto de gastos

Ministro da Economia voltou a dizer que a política fiscal adotada no governo de Michel Temer foi mal construída

Por Lucas Vettorazzo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 8 dez 2022, 11h57 - Publicado em 8 dez 2022, 11h54

No dia seguinte à aprovação pelo Senado da PEC da Transição do governo Lula, que retirará recursos bilionários do teto de gastos, Paulo Guedes fez coro aos críticos da medida instituída na gestão de Michel Temer para limitar o crescimento do gasto público e que foi descumprida diversas vezes pela equipe econômica de Jair Bolsonaro.

Guedes voltou a dizer nesta quinta-feira que o teto de gastos é “mal construído” e que ele reduz as possibilidades de o governo gerir os recursos que tem à disposição. O ministro da Economia participou de um evento de premiação do Tesouro Nacional, com a presença de servidores e acadêmicos.

O ministro aproveitou a participação de um executivo do BID, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, para dizer que o teto dificulta transferências de recursos entre o banco estrangeiro e o governo brasileiro.

“Eu estou atrasado no pagamento do BID. Para eu pagar o BID eu furo o teto, veja que absurdo. É uma conta de capital. Eu quero deslocar o dinheiro de um banco, que tá em Nova York, eu quero transferir esse dinheiro para integralizar no BID. Quer dizer, é uma conta de capital, que não muda o patrimônio do Brasil, não é despesa corrente, não tem nada a ver com despesa da máquina e eu tenho dificuldade em fazer isso. Eu furo o teto. O teto é mal construído. Então nós fomos fazendo reparos a medida em que nos defrontamos com essas dificuldades”, disse ele.

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