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Grupo de Roberto Jefferson retoma o poder no PTB

Presidente anterior foi acusada de traição pelo principal cacique do partido, que cumpre prisão domiciliar

Por Lucas Vettorazzo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 fev 2022, 14h48 • Atualizado em 11 fev 2022, 16h15
  • O grupo político de Roberto Jefferson conseguiu retomar o poder no PTB nesta sexta-feira, depois que o deputado Marcus Vinícius Ferreira foi eleito para a presidência do partido, em votação convocada pela Executiva Nacional da legenda.

    Marcus Vinícius é um deputado estadual do Rio também conhecido como Neskau. Há mais de 25 anos no PTB, ele já foi casado com uma das filhas de Roberto Jefferson e é pai de uma parte dos netos do político.

    No gabinete de Neskau na Assembleia legislativa do Rio tem uma foto impressa em tamanho real do seu chefe e ex-sogro. Ela fica bem em frente à mesa do deputado, como que encarando o parlamentar.

    A votação que escolheu o deputado ocorreu depois de um racha no partido. Conforme o Radar vem mostrando desde a semana passada, áudios vazados da então presidente Graciela Nienov levaram ao rompimento do cacique com a dirigente, que ascendeu ao poder justamente durante a prisão de Jefferson determinada por Alexandre de Moraes, do STF.

    Ao saber que a nova dirigente fazia críticas ao seu grupo político, Jefferson mobilizou o PTB para apear Graciela do cargo, que caiu atirando e chegou a acionar o STF para se manter no poder.

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    No meio do turbilhão, a Executiva Nacional convocou uma reunião extraordinária para votar a nova diretoria nesta terça. O encontro teve a presença de 172 membros de diretório, quórum, segundo o partido, suficiente para a votação de mudança de comando.

    Graciela divulgou nota na tarde desta sexta em que diz que a reunião que elegeu Neskau é ilegal e que buscará na Justiça reverter a situação.

    Segundo ela, o objetivo da votação desta sexta foi desestabilizar a sua gestão, foi iniciada há dois meses por meio de eleição em Convenção Nacional da legenda.

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    “Derrubar uma presidente, sem base legal, é uma prática espúria e tem nome. Chama-se golpe. A ambição pela retomada de cargos e espaços não pode ser motivo para rupturas, ameaças e flagrante desrespeito às regras internas e as leis relativas ao bom funcionamento dos partidos”, disse ela.

     

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