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Governo Lula antecipa fechamento do espaço aéreo em terra Yanomami

Antes prevista para 6 de maio, medida agora está prevista para 6 de abril

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 23 fev 2023, 12h14 - Publicado em 23 fev 2023, 12h07

O governo Lula resolveu antecipar o fechamento do espaço aéreo na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, de 6 de maio para 6 de abril. A decisão foi tomada durante uma reunião de avaliação sobre a operação conjunta contra o garimpo ilegal no território, entre os ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública.

“Essa foi a primeira providência”, anunciou o ministro José Múcio Monteiro, responsável pela atuação das Forças Armadas na região.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou ainda que a Polícia Federal vai intensificar operações contra garimpeiros que ainda resistem na terra indígena.

“Identificamos as áreas em que ainda há, nesse momento, operações de garimpo. Também identificamos áreas onde há apoio a essas operações ilegais e esses serão alvos, nos próximos dias de ações da Polícia Federal. De modo que nós estamos com isso atualizando o planejamento”, explicou.

Ele não soube apontar a quantidade de garimpeiros que continuam no local, mas afirmou que o número é na casa das centenas.

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“O Ministério da Defesa mantendo as ações humanitárias, que são relevantíssimas, e o Ministério da Justiça e Segurança Pública com essa intensificação de prisões e apreensões, sobretudo nessas áreas em que , infelizmente, ainda há a permanência de garimpo ilegal. Nós constatamos que houve uma redução significativa, em alguns casos voos ilegais chegaram a praticamente zero, mas ainda há essa movimentação, daí essa nova orientação à Polícia Federal que foi transmitida na reunião”, complementou o ministro.

Dino afirmou que, com a ampliação das ações durante o mês de março, a atividade ilegal no terra indígena “com certeza” chegará ao fim até o dia 6 de abril. O novo fechamento dos “corredores” aéreos marcará, portanto, “a conclusão da desintrusão no território Yanomami”.

Segundo Múcio Monteiro, hoje ainda há um ou dois voos diários na região. O ministro da Justiça relatou que esse número chegou a 30 ou 40 por dia.

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