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Entidades pedem suspensão de canetas emagrecedoras em versões manipuladas

Pedido da AMB, SBEM, Abeso, SBD e Febrasgo se baseia em um risco sanitário iminente e inclui requerimento de alerta sanitário nacional

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 dez 2025, 13h30 •
  • Diversas entidades médicas protocolaram um pedido em conjunto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) requerendo a suspensão cautelar nacional da fabricação, comercialização, distribuição e prescrição de versões manipuladas e injetáveis de agonistas de GLP-1/GIP, como tirzepatida, retatrutida e substâncias correlatas utilizadas no tratamento da obesidade, popularmente conhecidas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro.

    O pedido se baseia em um risco sanitário iminente, sustentado, segundo as entidades, por evidências clínicas, sanitárias e policiais que apontam para a circulação nacional, em larga escala, de formulações clandestinas sem qualquer garantia de qualidade, pureza, esterilidade ou estabilidade.

    Além disso, as entidades alegam que o processo descrito incluir trâmites industriais sofisticados, como validação de dose, testes avançados de estabilidade, veículos específicos e envase asséptico com certificação, etapas que, de acordo com as requerentes, são impossíveis de serem reproduzidas em farmácias de manipulação.

    Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), uma das entidades que assinaram o pedido, César Eduardo Fernandes afirmou que a situação alcançou um nível crítico.

    “Estamos diante de um cenário que ultrapassa a irregularidade pontual. O que vemos é um sistema estruturado de fabricação e venda clandestina, com risco real e imediato para a saúde dos pacientes,” afirma.

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    Além da AMB, protocolaram o documento a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

    Elas também solicitaram à Anvisa ações de rastreamento de insumos sem procedência e auditorias em estabelecimentos envolvidos e a emissão de um alerta sanitário nacional que esclareça à população a inexistência de equivalência entre produtos manipulados e medicamentos aprovados.

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