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Deputados pedem desculpas por voto favorável à PEC da Blindagem

Silvye Alves, do União Brasil, alegou ter recebido ameaças de retaliação em caso de voto contrário à proposta

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 set 2025, 11h55 • Atualizado em 20 set 2025, 13h21
  • Alguns deputados federais vieram à público, por meio das redes sociais, pedir desculpas aos seus eleitores por voltarem a favor da PEC da Blindagem, aprovada na última quarta-feira na Câmara dos Deputados. A proposta, que visa blindar parlamentares de processos criminais, avançou no Congresso sob muita polêmica.

    Deputada pelo União Brasil de Goiás, Silvye Alves publicou um vídeo em seu instagram afirmando que seu voto foi um “erro gravíssimo”. Segundo a parlamentar, ela havia indicado, inicialmente, o voto contrário à proposta. Contudo, teria sido ameaçada por “pessoas influentes do Congresso Nacional” para que mudasse seu posicionamento.

    “Ligaram dizendo que, [com] a votação contra, eu sofreria retaliações (…). Eu fui covarde e cedi à pressão, por volta de quase 23h, eu mudei meu voto (…). Eu quero pedir perdão”, declarou.

    Já o petista Merlong Solano (PI) classificou seu próprio voto como um “grave equívoco”. Ele justificou seu posicionamento afirmando que o objetivo era “preservar o diálogo entre o PT e a presidência da Câmara”, além de ajudar a impedir o avanço do PL da Anistia, que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por golpe de Estado no STF.

    Solano se desculpou, especialmente, com seus eleitores do Piauí e com o Partido dos Trabalhadores.

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    Irmão do prefeito João Campos, de Recife, o deputado Pedro Campos (PSB-PE) afirmou que “a PEC passou do jeito que nós não queríamos”. De acordo com o parlamentar, seu voto favorável ao texto visou viabilizar uma articulação para barrar o projeto da anistia e fazer avançar pautas populares.

    Thiago de Joaldo (PP-SE) explicou ter votado à favor da PEC porque entende que parlamentares têm sido vítima de perseguição judicial. Ponderou, contudo, que a Câmara “errou” e que o “remédio pode ter saído mais letal do que a enfermidade que se queria tratar”.

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