Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

Radar

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Daniel Gullino, Gabriel Sabóia, Marcelo Ribeiro e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Câmara pode votar regime de urgência para projeto da anistia nesta quarta

Posição da federação do PT contra a PEC da Blindagem causa atrito com Hugo Motta, dificultando tentativa de barrar perdão a envolvidos no 8 de Janeiro

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 set 2025, 06h01 • Atualizado em 17 set 2025, 07h18
  • A Câmara pode votar nesta quarta-feira um pedido para o projeto de lei que concede anistia aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de Janeiro tramitar em regime de urgência, o que significa que o texto poderia ser analisado a qualquer momento diretamente no plenário, sem precisar passar por comissões.

    Tanto deputados da oposição como governistas acreditam que o atrito que o voto da federação PT-PCdoB-PV contra a PEC da Blindagem gerou com Hugo Motta (Republicanos-PB) deve ter como efeito colateral um apoio, ainda que tácito, do presidente da Câmara a um formato de anistia mais próximo ao almejado por bolsonaristas.

    Em encontro fora da agenda com Lula no Palácio da Alvorada, Motta havia tentado negociar o voto “sim” da bancada governista à emenda constitucional que blinda parlamentares da abertura de processos no Supremo, oferecendo como moeda de troca barrar o avanço de um perdão que livrasse Jair Bolsonaro da prisão. O petista não topou.

    Na terça à noite, a Câmara iniciou a aprovação da PEC – ainda resta a análise de dois destaques para despachar o texto para o Senado-, com mais de 340 votos a favor – bem acima do mínimo de 308 – e pouco mais de 130 contrários. Na prática, a estratégia governista não passou perto de impedir a aprovação da retaliação de parlamentares ao STF e ainda cimentou o caminho para o avanço da anistia.

    “A PEC da Blindagem era muito cara ao Centrão. A posição do partido de Lula faz com que o grupo decida devolver na mesma moeda e apoiar uma medida que conta com a resistência do governo”, afirmou o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Filipe Barros (PL-PR).

    Continua após a publicidade

    Mais do que não contar com Motta para travar o andamento do PL da Anistia, o governo, a partir de sua posição em relação à PEC da Blindagem, também estremeceu suas pontes com os partidos do Centrão.

    Lideranças do bloco reconheciam ao longo da sessão de ontem que a postura dos aliados de Lula na Câmara acabava por jogar as legendas de centro no colo do bolsonarismo. Com isso, aumentaram as chances de a urgência do texto contar com a adesão de siglas do grupo.

    Fontes ouvidas pelo Radar reconhecem, porém, que a sinalização de Davi Alcolumbre de que barrará a medida no Senado, o provável veto de Lula e a possível judicialização têm potencial de contaminar a votação. Por isso, o resultado é considerado imprevisível para a maioria das lideranças.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).