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Cabral pede que Toffoli anule sua pena de 425 anos de prisão por corrupção

Ex-governador pediu ao ministro do STF que conceda a ele a mesma decisão que anulou todos os atos da Lava-Jato contra o doleiro Alberto Youssef

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jul 2025, 16h06 • Atualizado em 17 jul 2025, 16h07
  • Depois de o doleiro Alberto Youssef ter conseguido derrubar mais de 120 anos em condenações impostas pela Lava-Jato, agora é a vez do ex-governador Sergio Cabral seguir a mesma estratégia.

    Condenado a 425 anos de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro pediu ao ministro Dias Toffoli, do STF, que conceda a ele o mesmo benefício dado ao doleiro que foi o principal delator da Lava-Jato, apresentando documentos e provas que levaram uma infinidade de políticos para a cadeia por corrupção envolvendo verbas públicas durante os governos de Lula e Dilma Rousseff.

    Cabral usa um argumento que, se reconhecido pelo STF, representará o livramento de todos os investigados, condenados e presos pela Lava-Jato, incluindo empresas que pagaram propinas e superfaturaram contratos, servidores que se corromperam e políticos que venceram eleições e enriqueceram com dinheiro de corrupção estatal.

    “Há de se reconhecer, todavia, que diante da centralidade do papel desempenhado por Alberto Youssef nos processos oriundos da Operação Lava-Jato, ainda em sua primeira fase, o reconhecimento das referidas ilegalidades há de ser generalizado. A mácula na primeira fase da Operação Lava-Jato leva ao reconhecimento da nulidade de todas as 79 fases da Operação”, diz a defesa de Cabral.

    A defesa dele sustenta que Toffoli reconheceu nulidades nas investigações contra Youssef já na primeira fase da Operação Lava-Jato, o que contaminaria todo o resto da investigação que viria depois, com 79 fases e centenas de prisões, condenações e bloqueio de bens derivados das confissões feitas por Youssef na Justiça. Em português claro, se o primeiro ato da Lava-Jato, envolvendo Youssef, foi anulado por Toffoli. Tudo deve cair junto.

    “Não há como negar que Alberto Youssef, em que pese não ter sido denunciado na ação penal nº 5063271-36.2016.4.04.7000, possui papel central nas investigações, de modo que as ilegalidades contra ele também atingiram o ora requerente”, diz a defesa de Cabral.

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