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Bolsonaro diz à PF que compartilhou vídeo contra urnas ‘por engano’

Advogado disse que o ex-presidente havia sido medicado com morfina; ele ficou em silêncio sobre outras questões

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 26 abr 2023, 20h48 - Publicado em 26 abr 2023, 12h32
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  • (FILES) In this file photo taken on February 3, 2023, far-right former Brazilian President Jair Bolsonaro speaks during the Turning Point USA event at the Trump National Doral Miami resort in Doral, Florida. - Lawyers for Jair Bolsonaro say the former Brazilian president has agreed to hand over to authorities jewels gifted by Saudi Arabia and which entered the country without being declared to tax authorities, local media reported on March 13, 2023. (Photo by JOE RAEDLE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
    O ex-presidente Jair Bolsonaro, durante evento nos Estados Unidos, no início de fevereiro (Joe Raedle/AFP)

    No depoimento de pouco mais de duas horas que prestou à PF nesta quarta-feira, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que compartilhou por engano, no dia 10 de janeiro, um vídeo que contestava o resultado das eleições presidenciais do ano passado, vencidas por Lula.

    Bolsonaro afirmou que queria salvar a postagem pra ver depois e acabou publicando na própria página no Facebook. A publicação foi deletada “duas ou três horas” depois e ocorreu dois dias após os atentados de 8 de janeiro, em Brasília, enquanto ele ainda estava nos Estados Unidos.

    Após o depoimento, um de seus advogados afirmou ainda que o ex-presidente havia sido medicado com morfina antes de publicar o vídeo, por conta de uma obstrução intestinal que o levou ao hospital.

    Este, aliás, foi o único tema abordado pelo ex-presidente na oitiva. Segundo fontes da Polícia Federal ouvidas pelo Radar, ele ficou em silêncio sobre outras questões.

    O post continha a mensagem de que “Lula não foi eleito pelo povo, ele foi escolhido e eleito pelo STF e pelo TSE” e o trecho de uma entrevista de Felipe Gimenez, procurador do Mato Grosso do Sul que apoiou publicamente Bolsonaro nas eleições de 2022. Ele declarou que não houve transparência na apuração das urnas eletrônicas.

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    “Este vídeo foi postado na página do presidente no Facebook quando ele tentava transmiti-lo pro seu arquivo de WhatsApp para assistir posteriormente. Por acaso, justamente neste período, o presidente estava internado num hospital em Orlando, no período entre o dia 8 e o dia 10, ele teve uma crise de obstrução intestinal, isso está documentado, foi submetido a tratamento com morfina, ficou hospitalizado, e só recebeu alta na tarde do dia 10”, declarou o advogado Paulo Cunha Bueno.

    “Esta postagem foi feita de forma equivocada, tanto que, pouco tempo depois, duas ou três horas depois, ele foi advertido e imediatamente retirou essa postagem”, complementou.

    Assessor de imprensa de Bolsonaro, o ex-chefe da Secom Fabio Wajngarten disse que o ex-presidente não percebeu que havia feito a postagem — com apenas dois cliques — e foi alertado por terceiros. E que ele estava “altamente debilitado e altamente medicado”.

    O advogado, por sua vez, destacou que o post foi feito na rede social de Bolsonaro “de menor importância”, apenas no Facebook, “que ele pouco utiliza hoje em dia”. “Realmente aquilo ali foi um equívoco na hora de salvar o arquivo para posteriormente poder visualizá-lo e assisti-lo integralmente”, reforçou Bueno.

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