Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

Radar Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO

Por Robson Bonin
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Nicholas Shores e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

A jogada do presidente da Alerj na Justiça Eleitoral contra Cláudio Castro

Rodrigo Bacellar pediu que o Ceperj seja oficiado para responder perguntas que podem comprometer o governador

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 12h21 - Publicado em 15 abr 2024, 09h30

Um dos investigados pelo Ministério Público Eleitoral do Rio, o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Alerj, tenta usar uma investigação sobre a “folha de pagamento secreta” da Fundação Ceperj para produzir provas que anulem a eleição de Cláudio Castro e do vice dele, Thiago Pampolha, em 2022. O objetivo é virar governador. Até aqui, no entanto, só conseguiu piorar a própria situação.

Em petição apresentada na quarta-feira da semana passada, a defesa de Bacellar apontou que, ao longo das oitivas da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, o representante do MPE mencionou a possível inclusão de novos colaboradores do Ceperj em folha de pagamento já em momento posterior ao marco temporal de 2 de julho de 2022, “ou seja, já durante o período
vedado para contratação de pessoal, o que motivou a elaboração de pergunta específica a diversas testemunhas ouvidas nos autos”.

“O esclarecimento taxativo de tal circunstância é absolutamente essencial não apenas à defesa, mas, em especial, à verdade real do processo, considerada a indisponibilidade de direitos nele envolvidos. Houve pagamentos a colaboradores já durante o período vedado? Em caso positivo, por qual motivo? Houve a contratação pessoal durante o período vedado? Em caso positivo, de quantas pessoas? Essas são questões centrais ao processo e surgiram ao longo da fase de oitiva de testemunhas”, diz a petição.

Bacellar então pediu que a fundação seja oficiada para que esclareça:

  1. Se houve pagamentos a colaboradores já durante o período vedado?
  2. Em caso positivo, por qual motivo?
  3. Se houve a contratação pessoal durante o período vedado?
  4. Em caso positivo, de quantas pessoas?
Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.