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A esperança de Barroso sobre as sanções do governo de Donald Trump

De saída da presidência do STF, ministro falou sobre como a reunião entre Lula e o presidente americano poderá refletir sobre as sanções da Casa Branca

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 set 2025, 14h00 • Atualizado em 26 set 2025, 14h00
  • O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, afirmou nesta sexta-feira ter a esperança de ver a situação da relação bilateral do Brasil com os Estados Unidos “desescalar em curto tempo”, depois do anúncio de uma reunião entre Lula e Donald Trump, e que isso signifique a revogação de sanções a ministros do Supremo.

    Em agosto, o ministro Flávio Dino estabeleceu que empresas brasileiras não são obrigadas a cumprir determinações impostas pela Lei Magnitsky, à qual o governo americano recorreu ao sancionar Alexandre de Moraes e seus familiares. O ato de Dino se deu, contudo, em uma ação sobre a indenização a vítimas do desastre de Mariana.

    Em conversa com jornalistas que cobrem o Supremo nesta sexta – o último dia útil antes de entregar a presidência ao ministro Edson Fachin, na próxima segunda-feira – , Barroso disse esperar que o distensionamento da relação entre Brasília e Washington torne desnecessário o plenário da Corte tomar uma decisão especificamente sobre a validade dessas sanções no Brasil.

    “Em relação à nossa situação pessoal, ao visto que supostamente foi suspenso, nada foi feito por parte do tribunal. A ideia é esperar acabar o julgamento (do ex-presidente Bolsonaro) para avaliar se será necessário tomar alguma medida, seja política ou judicial”, afirmou.

    Questionado sobre a futura reunião entre os presidentes dos dois países, Barroso também declarou que Lula “tem sido muito leal ao Supremo”, o que o leva a pensar que ele abordaria tanto as tarifas comerciais quanto as sanções a autoridades brasileiras com Trump.

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