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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Operação mira delegado investigado por morte de delator do PCC

Agente de classe especial é suspeito de extorquir o empresário Vinicius Gritzbach, executado no Aeroporto de Guarulhos em novembro passado

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 fev 2025, 09h17 •
  • O delegado de polícia Alberto Pereira Matheus Junior é alvo de uma operação de busca e apreensão nesta terça-feira, 4, por suspeita de envolvimento na execução do delator do PCC, Vinicius Gritzbach, assassinado a tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro do ano passado.  A ação é conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Corregedoria da Polícia Civil.

    Delegado de classe especial, a mais alta hierarquia dentro da Polícia Civil, Pereira é investigado por suspeita de extorquir dinheiro de Gritzbach. O nome dele como contato no celular do investigador Eduardo Lopes Monteiro, preso em dezembro pela Polícia Federal junto a outros três policiais civis que integrariam a quadrilha.

    Pereira ocupou diversos cargos de alta influência na Polícia Civil, incluindo nos departamentos de Investigações Criminais (DEIC) e Entorpecentes (Denarc). A suspeita é de que ele recebia suborno de Monteiro e outros agentes pela “recolha”, nome informal para extorsão policial.

    Além do grupo coordenado por Monteiro, Pereira trabalhou com o delegado Fabio Baena, que atuava em Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP), também preso nas investigações sobre a execução do empresário.

    Até o momento, 27 pessoas foram presas por suspeita de envolvimento na execução de Vinicius Gritzbach — dentre elas, dezessete policiais militares e cinco policiais civis.

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    Em 8 de novembro do ano passado, Gritzbach foi executado a tiros, à luz do dia, no Aeroporto de Guarulhos. Envolvido com lavagem de dinheiro do PCC, o empresário foi preso em 2022 por suspeita de mandar assassinar um líder da facção criminosa e fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público.

    As investigações da morte de Gritzbach revelaram um enorme e violento esquema de corrupção policial nas delegacias de São Paulo, envolvendo ameaças, extorsão, vazamento de informações sigilosas e infiltração profunda do PCC nos órgãos de segurança paulistas. Os próprios PMs que faziam a escolta do empresário são investigados por cooperar com o narcotráfico no assassinato.

    Entre os detidos pela Corregedoria da PM estão os dois suspeitos de atirar na vítima e um agente que seria o “piloto de fuga” após o crime. Além de Gritzbach, um motorista de aplicativo foi baleado durante a ação e morreu.

     

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