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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Flávio Dino sai em defesa de Moraes após punição do governo Trump

Departamento do Tesouro dos EUA aplicou nesta quarta, 30, Lei Magnitsky contra magistrado brasileiro

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jul 2025, 13h56 • Atualizado em 30 jul 2025, 14h26
  • O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino saiu em solidariedade ao colega de Corte Alexandre de Moraes, punido nesta quarta-feira, 30, pelo governo dos Estados Unidos por meio da Lei Magnitsky, sanção que foi costurada com o apoio de parlamentares bolsonaristas que estão em solo americano. Ele foi o primeiro a defender Moraes.

    “Minha solidariedade pessoal ao ministro Alexandre de Moraes. Ele está apenas fazendo o seu trabalho, de modo honesto e dedicado, conforme a Constituição do Brasil. E as suas decisões são julgadas e confirmadas pelo COLEGIADO competente (Plenário ou 1ª Turma do STF). Lembro a Bíblia: ISAÍAS 32, ‘…o homem nobre faz planos nobres, e graças aos seus feitos nobres permanece FIRME.'”, escreveu Dino nas redes sociais, com uma imagem da Constituição Federal

    Nesta quarta, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos incluiu Moraes na lista de pessoas punidas por meio da Lei Magnitsky, que é usada para punir estrangeiros que, em tese, cometeram violações graves de direitos humanos ou atos de corrupção em larga escala. Com isso, bens e contas bancárias que o ministro tenha nos Estados Unidos ou sob o controle de empresas americanas ficam congelados.

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    A punição estalebecida contra Moraes faz parte de uma escalada do governo Trump contra o Brasil, justificada pelo andamento do processo criminal da tentativa de golpe de estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi classificado, pelo republicano, como uma “caça às bruxas”. Entra em vigor na sexta-feira, 1º, uma tarifa de 50% sobre a importação de produtos brasileiros que entrem nos EUA.

    O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bresset, disse nesta quarta que Moraes estaria atentando “contra a liberdade de expressão”, mencionando tanto “cidadãos quanto empresas americanas e brasileiras”. Além dos casos envolvendo Bolsonaro, outro possível pano de fundo para o embate são determinações que o ministro direcionou às redes sociais para remoção de conteúdos e perfis que publicaram discursos de tom antidemocrático.

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