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Por José Benedito da Silva
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Expulso do DEM, Rodrigo Maia vê ida ao PSD como ‘principal tendência’

Ex-presidente da Câmara disse a VEJA nesta quarta que há boa chance de seguir o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e se filiar ao partido de Gilberto Kassab

Por João Pedroso de Campos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 jun 2021, 14h55

Expulso do DEM na segunda-feira, 14, o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (RJ) vê como “principal tendência” a sua ida ao PSD, do ex-ministro Gilberto Kassab. Maia disse a VEJA nesta quarta que a decisão ainda não está tomada e que vai buscar aliados para definir o rumo. Segundo o deputado, no entanto, há boa chance de seguir para a sigla que abrigou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, um de seus maiores aliados, também egresso do DEM.

“Ainda não está definido, [o PSD] é a principal tendência, claro, mas eu agora que estou sem partido vou conversar com deputados, políticos e políticas que me ajudaram na minha trajetória, para, dialogando com eles, construir a melhor solução, claro, onde a tendência maior é sempre estar junto com o prefeito Eduardo Paes”, disse Maia.

Também a VEJA, o presidente do PSD, Kassab, disse nesta terça que convidou Maia a ingressar na sigla e que “fica na torcida” pela filiação dele. “Ele está fazendo as avaliações dele. A gente sabe que mudança de partido é sempre algo difícil e importante na vida das pessoas”, declarou o cacique pessedista.

O ex-presidente da Câmara foi expulso após decisão unânime da Executiva Nacional do DEM, partido que ele presidiu entre 2007 e 2011, depois de discordâncias e trocas de insultos com o presidente da sigla, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto. A cúpula da sigla considerou que ele cometeu “infração disciplinar” em declarações contra Neto. Com a expulsão, Maia preservou o mandato parlamentar.

Os dois romperam em meio à disputa pela presidência da Câmara, na qual o DEM liberou a bancada – Maia apoiava à sua sucessão o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que acabou vencido por Arthur Lira (PP-AL), com votos de boa parte da bancada do DEM. O então presidente da Casa disse ter se sentido traído pelo presidente do partido, que negou ter atuado para beneficiar Lira.

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