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A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Empresário morto em queda de helicóptero era dono de avião que bateu no RJ

Aeronave de André Feldman atravessou a pista e colidiu com uma grade em Angra dos Reis em outubro de 2024

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jan 2025, 14h11 • Atualizado em 17 jan 2025, 16h19
  • O empresário André Feldman, morto na noite de quinta-feira, 16, após a queda de um helicóptero em Caieiras, na Grande São Paulo, era dono de um avião que colidiu ao sair da pista e pousar no aeroporto de Angra dos Reis, no litoral sudoeste do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu em 12 de outubro do ano passado, o último feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida.

    Segundo informações do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a aeronave, um bimotor da fabricante Cessna Aircraft produzido em 1993, transportava o piloto e mais três passageiros. Todos saíram ilesos, mas não foram identificados. “A aeronave decolou do Aeródromo Americana (SDAI), Americana, SP, com destino Ao aeródromo Angra dos Reis (SDAG), Angra dos Reis, RJ, a fim de realizar voo privado, com um tripulante e três passageiros a bordo. Durante o pouso, a aeronave excedeu os limites da pista, ultrapassando a cabeceira oposta”, diz o relatório preliminar do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer).

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    Propriedade de André Feldman, jatinho colidiu ao pousar em Angra dos Reis no ano passado (Redes sociais/Reprodução)

    Feldman também era um dos donos do helicóptero que caiu em São Paulo, mas por meio da empresa C & F Administração de Aeronaves Ltda, da qual era sócio. No Registro Aeronáutico Brasileiro consta que o veículo foi fabricado em 2001, tinha capacidade para sete pessoas e estava com a “operação negada para táxi aéreo”, mas com “situação normal” de aeronavegabilidade – isso significa que o helicóptero não estava autorizado a ser usado em serviço de aluguel, mas não tinha restrições para voar. O Certificado de Aeronavegabilidade é emitido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

    O principal ramo de atuação do empresário, porém, eram as casas de apostas. Feldman era CEO da empresa Big Brazil International Games. Seu nome também consta em um comunicado do Banco Central (BC) de 2023, como um dos interessados em exercer controle societário da Pólocred Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e da Empresa de Pequeno Porte Ltda e, num documento de 2022, como uma das pessoas “eleitas ou nomeadas para ocupar cargos de administração em instituições de pagamento” na Pinbank Brasil – Pagamentos Inteligentes S.A., instituição que à época estava em processo de autorização junto ao BC.

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    Acidente em São Paulo

    Além de André Feldman, de 50 anos, a queda do avião também vitimou a esposa do empresário, Juliana Alves Feldman, de 49 anos. O piloto Edenilson de Oliveira e Costa e a filha do casal Bethina Feldman, de 12 anos, sobreviveram ao acidente. O piloto e a menina passaram a noite na mata e foram resgatados na manhã desta sexta-feira, 17.

    Helicóptero
    Agentes da Defesa Civil trabalham em resgate de helicóptero que caiu em Caieiras, na Grande São Paulo (Defesa Civil SP/Divulgação)

    Bethina foi a responsável por indicar aos socorristas o local em que estavam os destroços do helicóptero. A família era moradora de Americana, no interior de São Paulo. O helicóptero decolou do Campo de Marte, na capital paulista.

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