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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Deputado quer Lewandowski, Galípolo e chefe da PF em audiência sobre o PCC

Requerimento foi protocolado na Câmara após deflagração da megaoperação Carbono Oculto, considerada a maior da história contra o crime organizado no Brasil

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 ago 2025, 15h15 •
  • O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) protocolou requerimento na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da Câmara dos Deputados, para a realização de audiência pública destinada a debater a infiltração do crime organizado no sistema financeiro e no setor de combustíveis. O parlamentar quer a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues.

    A iniciativa ocorre após a deflagração da megaoperação Carbono Oculto, considerada a maior da história contra o crime organizado no Brasil. A investigação revelou um esquema bilionário comandado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) que envolve fundos de investimento, fintechs e mais de mil postos de combustíveis em dez estados, com movimentações superiores a 46 bilhões de reais em quatro anos. Segundo a Receita Federal, o grupo teria sonegado mais de 7 bilhões de reais.

    “Estamos diante de um novo patamar do crime organizado, o chamado PCC 5.0, que deixou de atuar apenas nas ruas e presídios para se infiltrar em setores estratégicos da economia nacional. É um risco real à soberania do país e precisamos dar uma resposta firme”, disse o deputado. O parlamentar destaca que a audiência será fundamental para identificar falhas regulatórias, reforçar mecanismos de inteligência e propor medidas legislativas que bloqueiem definitivamente a atuação do crime organizado em setores vitais da economia.

    Mais cedo, VEJA mostrou que o PCC começou a atuar no ramo de postos de combustíveis, por exemplo, em 2010. À época, 12 unidades começaram a operar para o crime organizado. Em 15 anos, o número chegou a 300 postos apenas em território paulista, apontam investigações do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

    A Operação Carbono Oculto deflagrada nesta quinta-feira, 28, pela Polícia Federal apura um bilionário esquema de lavagem de dinheiro montado pelo PCC, envolvendo postos de combustíveis, instituições financeiras, corretoras e fundos de investimento. A força-tarefa cumpre hoje mandados de busca e apreensão em 350 alvos em oito estados.

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