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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
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Barroso: Não se leva democracia a nenhum lugar ‘com tropas e tanques’

Na semana ministro havia chamado Bolsonaro de “farsante” ao tratar das acusações de supostas fraudes e vulnerabilidades nas urnas eletrônicas

Por Da Redação 11 set 2021, 15h22
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  • CRUCIAL - Barroso: corpo a corpo com deputados sobre urnas eletrônicas -
    Barroso fez corpo a corpo com deputados sobre urnas eletrônicas e acabou na mira de Bolsonaro (Abdias Pinheiro/ASCOM/TSE)

    Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e uma das autoridades atacadas pelo presidente Jair Bolsonaro na recente escalada verborrágica do ex-capitão contra o Poder Judiciário, o ministro Luiz Roberto Barroso usou as redes sociais neste sábado, 11, para afirmar que “não se leva Iluminismo e democracia a nenhum lugar do mundo com tropas, mísseis e tanques”. Apesar das rusgas com Bolsonaro, a quem teceu duras críticas por colocar as urnas eletrônicas sob suspeição, o magistrado utilizou a fala para se referir ao aniversário de 20 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro. “20 anos dos atentados de 11/9, triste momento da história recente. Duas lições: 1. O terror, como a violência em geral, nada constrói. 2. Não se leva Iluminismo e democracia a nenhum lugar do mundo com tropas, mísseis e tanques. Educação, cultura e justiça são as armas certas”, escreveu.

    Na última quinta-feira, 9, durante a abertura da sessão plenária do TSE, Barroso fez um forte discurso contra a descredibilização da Justiça Eleitoral e chamou Bolsonaro de “farsante” ao tratar das acusações de supostas fraudes e vulnerabilidades nas urnas eletrônicas. “Todas as pessoas de bem sabem que não houve fraude e quem é o farsante nessa história. Quando fracasso bate à porta, é preciso encontrar culpados”, afirmou. Sem citar nominalmente o mandatário, o ministro disse que “o populismo vive de arrumar inimigos para justificar o seu fiasco”. “Pode ser o comunismo, pode ser a imprensa, podem ser os tribunais. A incivilidade é uma derrota do espírito. A falta de compostura nos envergonha perante o mundo. A marca Brasil sofre, nesse momento, uma desvalorização global. Somos vítimas de chacota e de desprezo mundial”, comentou Barroso na ocasião.


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