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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Barroso: ‘Na ditadura é que não havia processo legal e transparente’

Afirmação de presidente do STF ocorre após manifestações em favor de Jair Bolsonaro em cidades brasileiras, em especial, São Paulo

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 set 2025, 14h00 •
  • Depois de manifestações em diversas cidades do Brasil com pedidos de afastamentos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial o relator da ação por tentativa de golpe, Alexandre de Moraes, o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, manifestou-se nesta segunda-feira, 8, para afirmar que o julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro e aliados próximos seguea legislação atual e tem transparência, ao contrário do período da ditadura militar (1964-1985).

    Barroso afirmou que o período antidemocrático brasileiro era um período de sombras. “Tendo vivido e combatido a ditadura (militar), nela é que não havia devido processo legal público e transparente, acompanhado pela imprensa e pela sociedade. Era um mundo de sombras. Hoje, tudo tem sido feito à luz do dia. O julgamento é um reflexo da realidade”, disse o magistrado.

    Neste domingo, 7, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante ato na Avenida Paulista, afirmou que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes” e que “ninguém aguenta mais o que está acontecendo”. Foi a primeira vez publicamente que Tarcísio elevou o tom contra a Corte, em especial o ministro-relator. O governador de São Paulo sempre foi cobrado pela ala radical do bolsonarismo a atacar o STF e a sair em defesa do ex-presidente, mas até então não havia feito. A demora em afinar o discurso com o radicalismo fez com que integrantes do PL citassem que Tarcísio não deveria ser candidato a presidente em 2026 no lugar de Bolsonaro, que está inelegível.

    Sem citar nomes de agentes públicos, Barroso ainda citou em declaração desta segunda que “processo penal é prova, não disputa política ou ideológica”. O presidente da Corte afirmou que não gosta de comentar fato político e aguarda conclusão do julgamento para se pronunciar em nome da Corte que preside. O julgamento de Bolsonaro e aliados continua nesta semana. 

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