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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Heitor Mazzoco. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘A gente comete erros também’, diz Tarcísio sobre crise da segurança

Ao lado de Lewandowski e Gilmar Mendes, governador foi cobrado para apoiar PEC da Segurança Pública, que ainda está em fase de negociação

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 6 dez 2024, 22h12 - Publicado em 6 dez 2024, 21h12

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) admitiu nesta sexta-feira, 6, equívocos na forma como sua gestão tratou a questão da segurança pública e voltou a fazer um “mea culpa” a respeito da crise no setor provocada por recentes casos de violência policial que aconteceram nos últimos dias. Em evento do IDP, instituição de ensino chefiada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o ex-ministro da Infraestrututura foi cobrado para apoiar a PEC da Segurança apresentada em novembro pelo ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que também fez parte da mesa ao lado do decano.

“A gente comete erros também, e os erros têm reflexos. Se a gente erra no discurso, a gente dá o direcionamento errado”, admitiu o governador. Repetindo uma declaração que já havia dado anteriormente, Tarcísio disse que “se arrepende muito da postura reativa” que teve em relação ao uso de câmeras corporais por agentes de segurança. Ele sempre foi contra o equipamento, mas disse que mudou de ideia. Ele foi ao evento acompanhado do seu secretário de Segurança, Guilherme Derrite, pondo uma pedra sobre os rumores de uma eventual demissão.

Lewandowski fez uma defesa da PEC da Segurança — que coloca sob o guarda-chuvas da Polícia Federal a investigação de organizações criminosas e transforma a Polícia Rodoviária Federal em uma força de segurança ostensiva –, que ainda está sendo negociada com os governadores antes de ser protocolada no Congresso. “Percebi que estamos enxugando gelo. Chegou a hora de fazermos uma mudança sistêmica”, disse sobre a situação nacional da segurança pública.

O texto da PEC pode esvaziar as competências dos entes estaduais, o que tem provocado resistência de alguns governadores. Na quinta, 5, Lewandowski disse que o governo estuda criar normas para regular o uso de força pelos agentes de segurança durante abordagens por conta dos episódios que aconteceram em São Paulo.

O ex-ministro da Justiça de Michel Temer, Raul Jungmann, também fez parte da mesa e encerrou sua exposição fazendo um apelo a Tarcísio. Ele endereçou a fala ao governador e fez o pedido de que ele “ajude o ministro Lewandowski”, fazendo referência à PEC da Segurança.

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