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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A estimativa de público de ato de Bolsonaro na Avenida Paulista

Dados do Monitor do Debate Político no Meio Digital e da More in Common apontam que ato em SP teve 2,5 vezes mais pessoas que o de Copacabana

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 abr 2025, 17h34 • Atualizado em 7 abr 2025, 13h18
  • A manifestação liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo 6, na Avenida Paulista, reuniu 44.900 pessoas, de acordo com levantamento feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e pela ONG More in Common.

    O grupo analisa imagens de drone feitas sobre o local da manifestação e, com base nisso, constrói uma estimativa de número de presentes. A margem de erro do estudo é de 5.400 pessoas para mais ou para menos. O mesmo grupo concluiu que no ato de Copacabana, em 16 de março, havia 18.300 pessoas. A manifestação deste domingo teve aproximadamente 2,5 vezes mais pessoas, diferença perceptível a olho nu.

    Esse foi o primeiro grande ato de Bolsonaro depois de ter sido colocado no banco dos réus pelo Supremo Tribunal Federal (STF), caso em que corre o risco de ser condenado e ficar de fora da vida política em definitivo.

    O tema principal do ato era o pedido por anistia das pessoas condenadas pelo ato do 8 de Janeiro, mas também foi uma demonstração de força política de Bolsonaro. Mesmo inelegível, ele pretende lançar sua candidatura em 2026 na pendência de recursos judiciais, apostando em um TSE que será presidido pelos ministros Nunes Marques e André Mendonça, que foram indicados por ele.

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    Bolsonaro esteve ladeado de governadores que são bastante cotados para sucedê-lo — como Ronaldo Caiado (GO), Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ratinho Jr. (PR) — e voltou a atacar o STF, dizendo que a Corte teria arquitetado um “golpe” contra ele, em suposto conluio com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.

    Além de subir o tom contra a Corte e seus ministros, o ex-presidente também mencionou supostos planos para matá-lo e negou que pretenda sair do país, mas disse que, se não tivesse ido aos EUA no fim de 2022, estaria preso por conta do 8 de Janeiro.

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