“Regimes autoritários contemporâneos têm os três pilares do pensamento crítico como inimigos: a Educação, a Cultura e a liberdade de imprensa. E operam com circularidade nos ataques aos inimigos. Precisam ter o inimigo do mês ou da semana. Numa semana ele é Leonardo Di Caprio. Na outra, o youtuber Felipe Neto ou o pensamento do Paulo Freire. A volatilidade é a marca da sociedade contemporânea. Mas sem o inimigo não se estrutura o estado de exceção. Nem no passado, nem no presente… O que está acontecendo é o surgimento de uma nova modalidade de regime autoritário”
(Luis Manuel Fonseca Pires, juiz, professor da PUC-SP e autor do livro “Estados de Exceção, a usurpação da soberania popular”, ao repórter Daniel Bramatti, do Estadão.)
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