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Por José Casado
Informação e análise
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Ciro Gomes exibiu a fragilidade da sua relação com o PDT

Na origem, a ciranda foi provocada pelo irmão, senador Cid. Ele avalizou o apoio da bancada ao governo, mas não comunicou ao candidato, que criou uma crise

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Atualizado em 11 nov 2021, 12h17 - Publicado em 11 nov 2021, 09h00

Ciro Gomes está de volta à pista do páreo presidencial. No fim de semana anunciara a “suspensão” da candidatura até que o PDT mudasse a posição de votar a favor da PEC do Calote na dívida pública (precatórios), que representa um cheque em branco de R$ 90 bilhões para Jair Bolsonaro na temporada eleitoral.

O partido tem 24 deputados e 15 haviam votado com o governo na quinta-feira passada. Sob pressão, a maioria recuou. Cinco continuaram com o apoio ao governo e, desses, pelo menos três devem migrar em breve.

Ciro impôs alguma coesão no PDT, mas é criticado no partido pela precipitação na decisão de “suspender” a candidatura. Na origem, a ciranda foi provocada pelo irmão, senador Cid. Ele avalizou o apoio ao governo em reunião da bancada, mas não comunicou ao candidato, que se irritou, criou uma crise e quase implodiu sua quarta tentativa de chegar à Presidência da República.

Se o episódio serviu para aproximar PDT e candidato, o desfecho não eliminou a impressão de fragilidade desse relacionamento. Sobretudo, porque na temporada de 2022 a prioridade de todos os partidos é a sobrevivência na eleição de bancadas para o Congresso — com ou sem candidato próprio ao Palácio do Planalto.

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