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Em Cartaz

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A revolta de Meryl Streep, Tom Hanks e mais 400 famosos pró-Jimmy Kimmel

Atores, cantores e outros artistas assinam carta aberta que qualifica suspensão do talk show como censura semelhante ao macarthismo dos anos 1950

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 set 2025, 12h57 • Atualizado em 22 set 2025, 13h00
  • Nesta segunda-feira, 22 de setembro, 400 celebridades de Hollywood se uniram à ONG União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e assinaram carta aberta que rechaça a suspensão do talk show Jimmy Kimmel Live! por executivos do conglomerado Disney. A lista estrelada de manifestantes inclui Meryl Streep, Tom Hanks, Robert De Niro, Jane Fonda, Olivia Rodrigo, Adam Scott, Bryan Cranston, Florence Pugh, Pedro Pascal, Jennifer Aniston, Jason Bateman, Rainn Wilson, Selena Gomez, Noah Wyle, Al Yankovic, Katy O’Brian, Ebon Moss-Bachrach, Michael Shannon, Jonathan Groff, Hank Azaria, Kirsten Dunst, Ben Stiller, Mark Ruffalo, Tessa Thompson, Jamie Lee Curtis, Regina Hall, Julia Louis-Dreyfus, Maggie Gyllenhaal, Michael Keaton, Regina King, Diego Luna, Lin-Manuel Miranda, Zazie Beetz, Ben Stiller, Natalie Portman, Maya Rudolph, Rooney Mara, Joaquin Phoenix, Martin Short, Alfred Molina e Kerry Washington, entre outros.

    O texto diz que a pressão de Donald Trump e da Comissão Federal de Comunicações sobre artistas e jornalistas fere os princípios de uma nação livre e remonta aos tempos do macarthismo, quando uma patrulha anticomunista supervisionou e censurou os meios de comunicação americanos ao longo da década de 1950. “Nos encontramos neste momento em uma era McCarthy moderna, encarando exatamente o mesmo tipo de censura governamental forçosa que nossa constituição proíbe. O silenciamento de Jimmy Kimmel e o abuso de autoridade contra veículos de imprensa por meio de processos judiciais e ameaças às licenças evocam memórias obscuras de 70 anos atrás”, ponderou o diretor executivo da ACLU, Anthony D. Romero. Com esperança, entretanto, ele arrematou: “Precisamos nos lembrar, porém, que o senador McCarthy terminou em desgraça e foi neutralizado assim que americanos se mobilizaram para contrariá-lo. Precisamos fazer o mesmo novamente. Juntos, nossas vozes falam mais alto. Juntos lutaremos”.

    A decisão de tirar o Jimmy Kimmel Live! do ar partiu do CEO da Disney Bob Iger e da copresidente da divisão Disney Entertainment, Dana Walden. A empresa é dona da emissora ABC, que transmitia o programa de segunda a sexta-feira desde 2003. Protestos ocupam as fachadas de escritórios do conglomerado pelos Estados Unidos após a tomada da medida.

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