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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Falta vergonha

“Não faria diferença”. Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, informando que a juíza Patrícia Acioli seria assassinada mesmo se tivesse a escolta que os desembargadores lhe negaram porque ser protegida pela polícia fluminense ficou mais perigoso que andar sozinha.

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 10h47 - Publicado em 14 set 2011, 09h31

“Não faria diferença”.

Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, informando que a juíza Patrícia Acioli seria assassinada mesmo se tivesse a escolta que os desembargadores lhe negaram porque ser protegida pela polícia fluminense ficou mais perigoso que andar sozinha.

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