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Madrugada de terça-feira terá mais de 50 meteoros por hora

Fenômeno ligado ao Cometa Halley será mais intenso no hemisfério sul do que no norte

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 Maio 2025, 20h59 • Atualizado em 6 Maio 2025, 18h29
  • Todos os anos, entre 19 de abril e 28 de maio, a Terra entra na rota dos fragmentos do cometa Halley, que surgem no céu em forma de chuvas de meteoros. Na madrugada desta terça-feira, entre 2 e 4 horas, será o ápice desse fenômeno, chamado de Eta Quaridis. Ele poderá ser visto tanto nos hemisférios norte e sul. Mas a visibilidade será maior na parte de baixo do Equador, onde se espera mais de 50 cometas por hora, uma incidência cinco vezes maior do que no norte. Especialistas afirmam que os brasileiros verão grandes bolas fogo.

    Como a Lua se põe antes do amanhecer, por volta das 3 horas, o céu fica mais escuro, o que ajuda na visualização. Para quem pretende assistir, “o olhar deve estar voltado para o Leste”, avisa o astrônomo Marcelo de Cicco, coordenador do projeto Exoss, apoiado pelo Observatório Nacional (ON/MCTI). O ideal é buscar o local mais escuro possível para assistir a festa no céu. Não será necessário nenhum instrumento para enxergá-lo. Basta ter paciência para fixar a vista no céu infinito até que apareçam. Quando surgem, passam num piscar de olhos: eles viajam a 65,4 km por segundo, segundo a Nasa. Trata-se da maior temporada de meteoros do ano. E apesar de continuar até o fim do mês, a partir do dia 7, a Lua começa a atrapalhar. 

    Halley passa a cada 76 anos

    O cometa Halley (oficialmente chamado de 1P/Halley) foi observado pela primeira vez pelos astrônomos a 240 a.C. Apenas em 1705, o astrônomo e matemático britânico Edmond Halley descobriu que os cometas eram periódicos e previu que um deles seria visto em 1756. O corpo celeste foi então batizado com o nome dele. O Halley pode ser visto a cada 76 anos. Ele orbita em torno do Sol, mas em uma trajetória elíptica, com um ponto mais distante (periélio)  outro mais próximo (afélio) da estrela central do nosso planeta. A última aparição foi em 1986. E só retornará ao interior do Sistema Solar em 2061. Os meteoros desta madrugada são partículas de poeira e rocha do Halley, que se soltam do corpo celeste quando ele se aproxima do Sol.

    Leia:

    + https://veja.abril.com.br/ciencia/nasa-confirma-a-descoberta-do-maior-cometa-ja-registrado-por-astronomos

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