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Rio escala 1.000 policiais para conter protestos contra a Copa do Mundo

O efetivo está distribuído em Copacabana, onde milhares de torcedores assistem ao jogo na arena da Fifa Fan Fest, e no Centro, local em que está prevista manifestação

Por Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro
17 jun 2014, 16h59

Mil policiais militares foram escalados para reforçar o policiamento no centro do Rio, onde está previsto um protesto contra a Copa do Mundo, e em Copacabana, bairro em que milhares de torcedores assistem ao jogo do Brasil e México, na arena da Fifa Fan Fest. De acordo com o tenente-coronel Marcelo Rocha, chefe do setor de Planejamento Operacional da PM, em Copacabana, o efetivo está distribuído nas imediações da arena, na parte externa das estações do metrô e nas vias de acesso ao bairro.

No Centro, pontos estratégicos, como a Câmara Municipal e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) tiveram a segurança reforçada. A preocupação com a Alerj tem um motivo: há um ano, o prédio da Assembleia Legislativa foi invadido por vândalos que atacaram e acuaram um grupo de policiais destacados para fazer a segurança do local. “Rio de Janeiro sensacional. Tomou Alerj de pedra e pau! A mesma manifestação do ano passado está marcada para hoje às 17h na Candelária!”, diz uma publicação do Facebook do Anonymous Rio.

Nesta terça-feira, outra preocupação é o risco de o protesto migrar para Copacabana e tentar chegar à arena da Fifa Fan Fest, como ocorreu no dia de abertura da Copa do Mundo. A possibilidade vem sendo discutida pelos manifestantes, que preferem protestar em Copacabana.

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Outros protestos – Outras duas manifestações estão sendo planejadas para quarta e sexta-feira, no Rio. No dia do jogo entre Espanha e Chile, no Maracanã, manifestantes contrários à realização do Mundial sairão mais uma vez às ruas. O ato, convocado pelo Facebook, não teve local nem horário confirmados, mas deve repetir o já conhecido roteiro dos protestos nas imediações do estádio, que tem a segurança reforçada.

Dois dias depois, as ruas do Rio enfrentarão outro ato, que seguirá da Candelária à prefeitura, na Cidade Nova. O ato celebra um ano da grande manifestação de 20 de junho de 2013, quando cerca de 300.000 pessoas se reuniram no Centro. Mas o Facebook já mostra uma adesão bem menos no encontro deste ano, batizado como O Retorno do Gigante: pouco mais de 5.000 pessoas confirmaram presença.

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