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PPS rejeita apoio imediato à chapa de Campos e Marina

Sigla havia oferecido legenda para a ex-senadora disputar a Presidência

Por Laryssa Borges 5 out 2013, 14h39

Depois da confirmação de que a ex-senadora Marina Silva vai se filiar ao PSB como estratégia para se candidatar às eleições de 2014, o PPS, um dos primeiros partidos a oferecer legenda a ela, rejeitou apoiar a fundadora da Rede Sustentabilidade.

A possibilidade de uma chapa “puro sangue” entre Eduardo Campos e Marina Silva não foi bem aceita entre os integrantes do PPS, mas a própria legenda admite que, nas negociações até o pleito de 2014, poderá mudar de ideia. A sigla também flerta com o senador tucano Aécio Neves, pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB.

“O PPS não pode se associar ao que considera um equívoco. O PPS não quer decidir ter menos uma opção no campo oposicionista hoje”, disse o presidente do partido, Roberto Freire. “Hoje, abdicar de uma candidatura do campo de oposição é um grave equívoco.”

Desde a última quinta-feira, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou conceder registro à Rede, a ex-senadora manteve intensas conversas com diversos partidos. As articulações eram para que outras legendas que ofereceram espaço a ela pudessem formar o que os aliados de Marina classificam como “coalizão democrática”.

Um dos principais apoiadores de Marina, o deputado Walter Feldman, egresso do PSDB, conversou com o presidente do PPS, Roberto Freire, na manhã deste sábado, mas não houve um acordo para apoio imediato ao novo cenário costurado pela presidenciável.

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