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PM prende 16 manifestantes em São Paulo durante a greve

Motivos das prisões foram agressão a policiais militares e atos de vandalismo. Secretário de Segurança diz que até as 10h não havia feridos

Por Da redação 28 abr 2017, 14h36

Os protestos e a greve contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo do presidente Michel Temer tiveram 16 pessoas presas em São Paulo até as 10h desta sexta-feira. As manifestações fazem parte da greve geral convocada por centrais sindicais e sindicatos contra as medidas econômicas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os motivos para as prisões foram agressão a policiais e atos de vandalismo.

O secretário de Segurança Pública, Mágino Barbosa Filho, disse em entrevista que até as 10h não havia registro de feridos nem relatos de depredação do patrimônio público. De acordo com Barbosa Filho, entre os detidos há manifestantes que carregavam galões com gasolina e pregos. O secretário afirmou também que a mobilização policial teve o objetivo de “garantir o direito constitucional de ir e vir”.

Os protestos fecharam a Marginal Tietê, uma das principais vias expressas da capital paulista, colocando obstáculos sobre as faixas de rolamento. Em outras avenidas importantes de São Paulo, como a Ipiranga, na região da República, também foram usadas barricadas com pneus e outros objetos, aos quais os manifestantes atearam fogo.

Morte em Pernambuco

Um motorista de uma Kombi atropelou e matou um motociclista ao desviar de um bloqueio realizado por manifestantes que participam da greve geral na manhã desta sexta-feira, na BR-101 Sul, em Cabo de Santo Agostinho (PE). O protesto tentava impedir o acesso ao Complexo Portuário de Suape.

(com Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

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