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Os depoimentos-chave no julgamento do caso Henry Borel

Seis anos após a morte do menino, mãe e seu então padrasto serão julgados no Tribunal do Júri

Por Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 mar 2026, 06h00 •
  • A professora Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, e o ex-vereador carioca Dr. Jairinho, padrastro da criança, vão enfrentar a partir desta segunda-feira, 23, o julgamento sobre a morte do menino, seis anos após o crime. Eles são acusados de homicídio duplamente qualificado. Segundo o Ministério Público, Henry foi vítima de uma sessão de agressões que tirou sua vida – o padastro seria o agressor e a mãe teria se omitido. Tanto Monique quanto Jairinho negam as acusações. As versões serão colocadas à prova no julgamento no Tribunal do Júri. Testemunhas-chave serão interrogadas pelas defesas e pela acusação. O veredito caberá a sete jurados populares.

    Entre as testemunhas mais importantes está a babá Thayná Ferreira, que alertou Monique sobre o comportamento de Jairinho e expôs à mãe de Henry que suspeitava de agressões do padrasto ao menino. Em seu primeiro depoimento à Polícia Civil, Thayná mentiu para proteger os patrões. Disse aos investigadores que a relação de Henry com Jairinho era ótima e que nunca havia presenciado nada fora do padrão. Quando as mensagens enviadas a Monique vieram à tona, a partir da apreensão dos seus celulares, ela retificou a versão e contou que desconfiava das agressões. Não se sabe, no entanto, se ela será ouvida porque, até a última sexta, 20, seu paradeiro era desconhecido.

    Duas ex de Jairinho – Débora Mello Saraiva e Natasha de Oliveira Machado – também foram arroladas como testemunhas. Seus depoimentos são considerados essenciais pele Ministério Público porque serão usados para demonstrar o perfil violento do ex-vereador. As duas denunciaram episódios de violência tanto contra elas próprias quanto contra seus filhos.

    Outro depoimento bastante aguardado é o de Kaylane Pereira, filha de Natasha. A jovem diz ter sido vítima do então padrasto com apenas 5 anos. É a primeira vez que ela falará publicamente sobre as agressões de Jairinho. Quando Henry foi morto, em 2021, Kaylane era menor de idade e não foi ouvida no inquérito.

    O mais esperado entre tantos depoimentos, porém, é o de Monique, já que pela primeira vez ela dará oficialmente sua versão, após romper com Jairinho – no início, os dois dividiam até o advogado. Quando foi presa, em 2021, a professora contratou outra banca de defesa e agora irá enveredar por um novo caminho, garantindo ter sido uma entre outras vítimas do ex-vereador.

    O pai de Henry, Leniel Borel, e o pai do Jairinho, o ex-deputado estadual Coronel Jairo, também serão ouvidos como testemunhas.

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