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Lula solta palavrão para criticar redução da Selic pelo Banco Central

Petista diz que governo faz 'sacrifício' para fazer a economia crescer

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 mar 2026, 13h44 • Atualizado em 19 mar 2026, 15h06
  • Durante evento do governo federal, em São Paulo, no começo da tarde desta quinta-feira, 19, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou a insatisfação com a redução da taxa Selic em 0,25 p.p. divulgada pelo Banco Central na quarta-feira, 19.

    “Hoje eu poderia estar mais feliz, mas estou triste, Haddad, porque eu esperava que o nosso BC abaixasse o juros pelo menos 0,5%, mas abaixou só 0,25% dizendo que é por causa da guerra. Por**, essa guerra até no nosso Banco Central? Não é possível”, afirmou o presidente. “Estamos fazendo sacrifício que vocês não têm noção, o sacrifício para fazer a economia crescer, geração de emprego, aumentar salário das pessoas”, completou o petista no encontro com apoiadores. 

    O mercado financeiro revisou bruscamente suas expectativas sobre o corte da Selic por conta da guerra no Irã, iniciada no dia 28 de fevereiro com ataques coordenados entre os Estados Unidos e Israel. Antes da eclosão do conflito no Oriente Médio, o mercado apostava amplamente em um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros. A disparada do preço do barril de petróleo, que foi da casa dos 70 dólares para mais de 100 dólares, e o seu consequente efeito inflacionário tornaram o clima menos favorável para uma redução da Selic. Está incluído nesse contexto o alto grau de incerteza sobre a guerra, que não tem prazo para acabar. Bancos como BTG Pactual e Santander são alguns dos que revisaram as suas expectativas para um corte de 0,25 p.p. nas últimas semanas.

    “​O ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais”, começa o comunicado do Copom publicado nesta quarta-feira, 18. “Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities”, concluem os nove membros do Comitê.

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