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Governo Temer justifica uso das Forças Armadas

Em nota, Planalto afirmou que militares foram convocados para conter protestos por 'insuficiência dos meios policiais'

Por Da redação
25 Maio 2017, 01h05 • Atualizado em 25 Maio 2017, 15h20
  • O governo de Michel Temer justificou nesta quarta-feira o uso das Forças Armadas para conter os protestos violentos em Brasília afirmando que o efetivo da Força Nacional não era suficiente para atender ao pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O deputado enviou durante a tarde um ofício ao presidente solicitando a presença de policiais da Força Nacional para garantir a segurança do prédio do Congresso.

    Temer decretou ação de Garantia da Lei e da Ordem, que autoriza a convocação das tropas do Exército para atuar na ordem pública, durante os protestos violentos desta quarta na Esplanada dos Mistérios, que tiveram cenas de depredação, com focos de incêndio e 49 pessoas feridas.

    “O presidente da República, após confirmada a insuficiência dos meios policiais solicitados pelo presidente da Câmara dos Deputados, decidiu empregar, com base no artigo 142 da Constituição Federal, efetivos das Forças Armadas com o objetivo de garantir a integridade física das pessoas, proporcionar evacuação segura dos prédios da Esplanada e proteger o patrimônio público”, diz a nota divulgada na noite desta quarta pelo Planalto. O comunicado acrescenta que os atos violentos colocaram em risco a vida dos servidores que trabalham nos ministérios.

    O decreto assinado por Temer, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza o uso das Forças Armadas no Distrito Federal por uma semana, até dia 31 de maio.

    Atrito

    A convocação dos militares provocou atrito entre Maia e o ministro da Defesa, Raul Jungmann. A princípio, o ministro afirmou que a decisão havia sido tomada a pedido do presidente da Câmara. Maia reagiu e reiterou que sua solicitação envolvia apenas a Força Nacional. “Se o governo decidiu adotar outra medida, essa outra medida é responsabilidade do governo.”

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    Durante os confrontos entre militantes e policiais, os prédios dos ministérios da Agricultura, da Cultura e do Planejamento tiveram focos de incêndio e vândalos também tentaram invadir o Ministério da Ciência e Tecnologia. Outros ministérios foram alvos de depredação. Todos os prédios da Esplanada dos Ministérios foram evacuados por questão de segurança.

    (Com Agência Brasil e Reuters)

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