Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90

Edson Fachin promete agir sobre escândalo do Master no STF ‘doa a quem doer’

Presidente do STF analisou as críticas ao Judiciário por causa das investigações do esquema bilionário, mas não citou colegas

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jan 2026, 07h09 •
  • Diante da escalada de pressões contra o STF por causa do escândalo do Banco Master, o presidente do STF, Edson Fachin, continua, nesta terça, a mandar mensagens ao país, numa tentativa de reduzir as críticas ao tribunal.

    Em nova entrevista, agora para o Globo, o chefe do Supremo garantiu que atuará no caso do Master se houver “necessidade” e afirmou que eventuais questionamentos sobre investigação podem ser analisados pela Segunda Turma da Corte, o colegiado integrado pelo relator do caso, ministro Dias Toffoli.

    Como presidente do tribunal, não posso antecipar juízo sobre circunstâncias que eventualmente serão apreciadas pelo colegiado. Parte do que foi mencionado envolve atos não jurisdicionais. Mas uma coisa é certa: quando for necessário atuar, eu não vou cruzar os braços. Doa a quem doer”, disse Fachin na conversa com Mariana Muniz.

    O ministro comentou as críticas sobre a nota divulgada por ele em que afirmou que o STF “não se curva a ameaças ou intimidações” e pareceu ameaçar a imprensa, que realiza a cobertura do caso, ao dizer que “quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito”.

    Na entrevista, Fachin adotou outra postura. “Nada está imune à crítica, nem o Supremo, nem qualquer um de seus ministros. As interpretações da nota são legítimas, sejam elas quais forem”, disse o ministro.

    Continua após a publicidade

    Ao falar das razões que motivam tantas críticas ao STF no caso Master, porém, Fachin evitou citar episódios que envolvem integrantes da Corte.

    O Judiciário costuma ser alvo de ataques por três razões principais. A primeira é seu papel de controle sobre os demais Poderes, o que incomoda governantes com pretensões autoritárias. A segunda é o fato de ser um poder sem armas ou força material própria, o que o torna mais vulnerável a tentativas de deslegitimação. A terceira está ligada ao papel assumido no pós-guerra de proteger direitos fundamentais e minorias, o que desperta reações de setores contrários a essa atuação”, disse Fachin.

     

     

     

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).