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Avô materno de Henry Borel morre de Covid-19

Monique Medeiros, mãe da criança e ré pelo seu assassinato, pediu à unidade prisional na qual está para ir ao funeral do pai 

Por Marina Lang Atualizado em 12 jul 2021, 17h55 - Publicado em 12 jul 2021, 12h56

O servidor da Aeronáutica Fernando José Fernandes da Costa e Silva, de 59 anos, morreu em decorrência de complicações da Covid-19 na noite de domingo, 11. Ele era avô materno do menino Henry Borel, de 4 anos, assassinado na madrugada de 8 de março no apartamento em que morava com a mãe, Monique Medeiros, de 33 anos, e com o padrasto, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de 43 anos. Os dois estão presos e são réus por homicídio triplamente qualificado e tortura da criança. O avô do garoto estava internado para o tratamento da doença em um hospital particular em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

Pai de Monique, Silva já acumulava alguns problemas de saúde – o que lhe impediu de  prestar depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca), que investigou o caso. Devido ao organismo frágil, ele não chegou a ir ao hospital Barra D’Or quando o garotinho foi morto. 

A defesa de Monique informou que já fez a solicitação para que Monique possa comparecer ao funeral do pai. Ela está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na região metropolitana do Rio. A saída tem previsão justificada com base na Lei de Execuções Penais. 

Além de Monique, ele deixa um filho, Bryan Medeiros da Costa e Silva, e a avó materna de Henry, Rosângela Medeiros da Costa e Silva. Os trâmites e o local do sepultamento ainda não foram divulgados.

 

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