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Em ‘Dois Hussardos’, Tolstói retrata Rússia com personagens alegóricos

Livro traça paralelos entre pai, filho e duas fases russas: a que celebrava a vitória contra Napoleão e a do fim do reinado de Nicolau I

Por Raquel Carneiro Atualizado em 23 out 2020, 18h37 - Publicado em 23 out 2020, 07h00
LIVRO – Dois Hussardos, de Lev Tolstói (tradução de Lucas Simone; Editora 34; 96 páginas; 42 reais) – //Divulgação

Beberrões e violentos, os militares hussardos russos ficaram conhecidos como os mais desvairados da Europa. Nesta ligeira novela de 1856, dois condes hussardos, pai e filho, interagem com moradores de um mesmo condado. O pai surge primeiro, e faz jus ao instinto primitivo da tropa, mas mostra empatia pelos locais. Já o filho, vinte anos depois, é o oposto: um rapaz alinhado e arrogante. Tolstói faz um paralelo com duas fases da própria Rússia, a que celebrava a vitória contra Napoleão, em 1812, e a do fim do reinado de Nicolau I, nos anos de 1850.

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