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O amor maior de Datena, que desistiu (de novo) de candidatura em SP

Escaldada com as idas e vindas do apresentador, a cúpula da emissora não punha a menor fé na real intenção dele de concorrer a prefeito

Por João Batista Jr. Atualizado em 17 ago 2020, 12h19 - Publicado em 14 ago 2020, 06h00

Mais uma vez, José Luiz Datena ensaiou trocar a televisão pela política e, na última hora, deixou um partido a ver navios — no caso, o PSDB, que sonhava em ter o apresentador filiado ao MDB como o vice na chapa de Bruno Covas que tentará a reeleição do prefeito tucano na cidade de São Paulo. O ritmo intenso de conversas de bastidores de Datena com os caciques das siglas envolvidas não impressionou a diretoria da Band, a emissora onde ele trabalha e apresenta o programa Brasil Urgente. Escaldada com as idas e vindas do apresentador, a cúpula da companhia não punha a menor fé na real intenção dele de concorrer no pleito do fim do ano. Ao anunciar a desistência, Datena mencionou como um dos motivos o amor à Band. É um amor que lhe rende um salário mensal de cerca de 600 000 reais e a posição de funcionário mais bem pago da casa.

Publicado em VEJA de 19 de agosto de 2020, edição nº 2700

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