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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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— Enquanto a “burguesia” da morte dos filhos alheios pedia a liberação das drogas em Brasília, com o apoio do governo Dilma, num ônibus do Rio, uma mulher era estuprada aos olhos de todos; — O médico que tinha “para consumo” uma verdadeira floresta de maconha no apartamento. Ou: Fume, cheire e dirija! Mas nada […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 06h19 - Publicado em 5 Maio 2013, 08h38

Enquanto a “burguesia” da morte dos filhos alheios pedia a liberação das drogas em Brasília, com o apoio do governo Dilma, num ônibus do Rio, uma mulher era estuprada aos olhos de todos;
O médico que tinha “para consumo” uma verdadeira floresta de maconha no apartamento. Ou: Fume, cheire e dirija! Mas nada de tomar uma taça de vinho!;
Gleisi Hoffmann não se intimida: defende internações forçadas, opõe-se à descriminação das drogas e defende as comunidades terapêuticas;
Oposição quer afastamento de Gilberto Carvalho por tentativa de blindagem a Rosemary;
Relatório expõe a peneira da segurança no Galeão;
A militância política falsa (e paga) na internet: os militantes de Renan, Aécio e Agnelo que só existem na rede e na imaginação dos marqueteiros;
NA VEJA DESTA SEMANA – A investigação paralela para salvar Rosemary Noronha;
Vem barulho pela frente – Barbosa lembra, pela primeira vez, que lei não prevê mais embargos infringentes desde 1990, conforme apontei aqui, imediatamente, no dia 13 de agosto do ano passado;
Ainda o seminário sobre as drogas, a mentira de um debate sem opositores e um artigo contra a descriminação;
Assim não, ministro Joaquim Barbosa!;

Conforme queríamos demonstrar: Barbosa deixa claro que embargos de declaração não são instrumentos para anular julgamento, como querem os mensaleiros;
Uma professora de direito penal que acha inúteis as leis e um delegado que quer legalizar a produção, a venda e o consumo de drogas. E eles alardeiam tudo isso com o dinheiro dos pobres que não têm onde internar os seus viciados;
Congresso em favor da descriminação e da legalização das drogas em Brasília, com o apoio do governo Dilma, esqueceu de convidar Marcola e Fernandinho Beira-Mar. Abaixo a discriminação! Chega de amadores!

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