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Quem manda é o CNJ

Para não cumprir uma decisão do CNJ que impediu o desvio de função de seus servidores, o TRE do Piauí bateu à porta do TSE e recorreu à corregedora-geral eleitoral, Nancy Andrigui. Dela, conseguiu uma decisão que lhe deu liberdade para colocar os funcionários onde bem entendesse. Ou seja, um aval para não cumprir a […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 08h15 - Publicado em 1 ago 2012, 14h29

Para cima do TSE

Para não cumprir uma decisão do CNJ que impediu o desvio de função de seus servidores, o TRE do Piauí bateu à porta do TSE e recorreu à corregedora-geral eleitoral, Nancy Andrigui.

Dela, conseguiu uma decisão que lhe deu liberdade para colocar os funcionários onde bem entendesse. Ou seja, um aval para não cumprir a decisão do CNJ.

Ontem, em reunião do CNJ, veio o troco. O TRE foi novamente obrigado a manter seus funcionários nos cargos de origem e Ayres Britto frisou que acima do CNJ, só o próprio STF.
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